Você se preocupa com o El Niño? Veja os resultados da nossa enquete e outros destaques de VEJA SAÚDE

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Perguntamos aos nossos leitores como eles enxergam o fenômeno climático que está cada vez mais intenso

Introdução Mais de 90% dos respondentes de uma enquete se importam com o El Niño, fenômeno que intensifica secas no Norte/Nordeste e chuvas no Sul, impactando diretamente a saúde. 35% já sentem os efeitos, que vão do calor excessivo a doenças infecciosas. A matéria destaca a influência das mudanças climáticas na intensificação do fenômeno.

Principais Tópicos O El Niño já altera o clima e a saúde no Brasil. Previsões indicam secas e queimadas no Norte/Nordeste e chuvas intensas no Sul. Os impactos na saúde incluem calor excessivo e aumento de doenças infecciosas. As mudanças climáticas contribuem para a intensidade e frequência do El Niño. Mais de 90% da população demonstra preocupação com o fenômeno.

O El Niño já altera o clima e a saúde no Brasil.

Previsões indicam secas e queimadas no Norte/Nordeste e chuvas intensas no Sul.

Os impactos na saúde incluem calor excessivo e aumento de doenças infecciosas.

As mudanças climáticas contribuem para a intensidade e frequência do El Niño.

Mais de 90% da população demonstra preocupação com o fenômeno.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Mais de nove em cada dez respondentes da nossa enquete se importam com o El Niño , que chegou de vez ao Brasil em setembro. O “menino” aquece as águas de uma região do Oceano Pacífico e bagunça o clima do resto do planeta.

Para nós, as previsões são de secas intensas e queimadas no Norte e Nordeste, enquanto no Sul se espera muita chuva, com potencial para causar deslizamentos e alagamentos.

Os impactos vão bem além dos ambientais — nosso organismo pode ser afetado de diversas maneiras. Não à toa, 35% dos participantes afirmaram já sentir os efeitos do fenômeno.

Do excesso de calor ao aumento do risco de doenças infecciosas , a saúde está em risco durante o super El Niño e depois que ele for embora. Afinal, as mudanças climáticas são as principais vilãs dessa história.

Ele é cíclico e natural, mas está cada vez mais intenso e frequente em função delas, como mostramos na reportagem Super El Niño: A Vida entre Extremos (ed. 531).

Confira os resultados:

Palavra do leitor

As farmácias de manipulação estão vendendo direto esses peptídeos! Não tem bula oficial, a Anvisa não aprovou, não é para comprar, simples assim. Se mesmo os remédios oficiais podem causar efeitos colaterais em alguns organismos… imaginem os ilegais. O povo adora um mercado negro com a desculpa de serem mais baratos, só que, em se tratando de saúde, o barato vai sair muito caro. Adriana Bego Siqueira, via Instagram, sobre a matéria Peptídeos: A Bola (e o Risco) da Vez (ed. 531)

Vacina não quer tomar. Mas… Novidades obscuras de fabricação duvidosa contrabandeadas sem indicação médica e nenhum conhecimento da bula, dos efeitos colaterais ou das pesquisas enviesadas que vão enriquecer algum picareta… Ai, esse povo engole tudinho.

Valquiria Luis, via Instagram

O engraçado é que a gente não vê nenhuma proposta do poder público para diminuir isso. Não vemos ninguém em tempo de eleição falando em aumentar parques, dar mais atenção à energia limpa, plantar árvores… Vivian Camila, via Instagram, sobre a matéria Super El Niño: A Vida entre Extremos (ed. 531)

Os três posts mais curtidos do Instagram em setembro

Notícia boa para Sabrina Sato A apresentadora compartilhou em suas redes sociais o registro da celebração do fim do tratamento de seu pai, diagnosticado com um câncer de pâncreas no ano passado. O tumor é de difícil diagnóstico e tratamento, então a comemoração faz todo o sentido.

Peptídeos funcionam?

O carrossel que divulgou nossa reportagem de capa foi destaque nas redes sociais. Nele, resumimos os achados da investigação, incluindo exemplos de moléculas que já foram testadas (e reprovadas) pela ciência. Atenção aos riscos e promessas exageradas!

A vida entre extremos climáticos O El Niño está mesmo na cabeça dos brasileiros. Tanto que a postagem sobre o assunto foi uma das mais populares do mês. O conteúdo ilustra os efeitos do fenômeno na saúde e dá dicas para lidar melhor com ele nos próximos meses. Medidas individuais podem salvar vidas.

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