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Artista vai se submeter a uma operação feita por vídeo, que tem recuperação relativamente rápida
Introdução Roberto Carlos fará cirurgia para remover a vesícula biliar. A colecistectomia, frequentemente realizada por videolaparoscopia, é um procedimento comum para cálculos ou inflamações. A recuperação costuma ser rápida, permitindo o retorno às atividades em poucos dias, como esperado no caso do cantor.
Principais Tópicos A cirurgia de vesícula, colecistectomia, é comum em casos de cálculos ou inflamação. O procedimento é geralmente realizado por videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva. A recuperação costuma ser rápida, com alta em até 24h e retorno às atividades em uma semana. A vesícula armazena bile para digestão de gorduras, e viver sem ela não impede uma vida normal. Cuidados pós-cirúrgicos incluem atenção à alimentação para facilitar a digestão.
A cirurgia de vesícula, colecistectomia, é comum em casos de cálculos ou inflamação.
O procedimento é geralmente realizado por videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva.
A recuperação costuma ser rápida, com alta em até 24h e retorno às atividades em uma semana.
A vesícula armazena bile para digestão de gorduras, e viver sem ela não impede uma vida normal.
Cuidados pós-cirúrgicos incluem atenção à alimentação para facilitar a digestão.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O cantor Roberto Carlos , de 85 anos, vai passar por uma cirurgia para remoção de vesícula biliar. A informação foi confirmada pela assessoria do “Rei” na quarta-feira (22), que também informou que a recuperação “é rápida” e não deve afetar a agenda de shows que já estava programada.
Entenda melhor como funciona a cirurgia que Roberto Carlos vai fazer, quando ela é necessária e o que torna a recuperação relativamente simples em um caso como o dele.
O que leva à cirurgia de vesícula (e como ela é feita)
A vesícula biliar é um pequeno órgão localizado na parte direita do abdômen, imediatamente abaixo do fígado e logo atrás das costelas. Em condições normais, sua função é armazenar a bile , que é produzida pelo próprio fígado e usada na digestão de gorduras.
Uma cirurgia da vesícula se torna necessária quando ela tem algum problema. O mais comum é a formação de cálculos biliares , as populares pedras na vesícula , mas a operação também pode ser indicada em casos de inflamações nesse órgão, conhecida como colecistite .
Nesses cenários, a recomendação costuma ser a remoção total do órgão. O procedimento é conhecido como colecistectomia e em geral é feito por videolaparoscopia , técnica minimamente invasiva que envolve pequenas incisões de cerca de 1 centímetro cada.
Cirurgias de abdômen aberto podem ser necessárias em casos de alta complexidade ou se houver complicações imprevistas, mas são situações raras.
Por que a recuperação é tão rápida?
A videolaparoscopia ajuda a reduzir o tempo de recuperação após a cirurgia, pois elimina a necessidade de realizar grandes cortes no abdômen para acessar o órgão. Com pequenas incisões, pinças e uma microcâmera , o cirurgião consegue remover a vesícula em um procedimento que costuma durar menos de duas horas.
Embora exija anestesia geral , a cirurgia tem riscos menores do que aquelas feitas com uma abertura total do abdômen, o que reduz os perigos de complicações e também o tempo necessário para reabilitação e cicatrização.
Muitos pacientes recebem alta em até 24 horas e conseguem retornar às atividades normais uma semana após o procedimento. No entanto, esse tempo pode variar de acordo com fatores de saúde individuais, idade e intercorrências durante a operação ou durante a recuperação.
Cuidados após a cirurgia
Como toda cirurgia, riscos de complicações pós-operatórias existem, mesmo no caso de uma videolaparoscopia. Pacientes e médicos devem ficar atentos a sinais de sangramentos inesperados , infecções e refluxo biliar , que ocorre quando há “vazamento” da bile para o estômago. Em situações mais raras, também pode ocorrer pancreatite .
Em geral, porém, o principal cuidado depois da operação diz respeito às adequações alimentares . Pacientes que removeram a vesícula podem ter mais dificuldade em digerir alimentos gordurosos ou muito ricos em fibras. Um bom acompanhamento nutricional focado nas necessidades específicas é chave para adotar uma alimentação mais regrada.
+Leia também: É preciso tomar suplementos depois de retirar a vesícula?
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