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Um dos urbanistas mais respeitados do mundo defende a transformação dos municípios
Introdução O pesquisador Carlos Moreno lança “Direito à Cidade”, um manifesto que defende a transição da “cidade-mundo”, marcada por distâncias e desigualdades, para a “cidade de 15 minutos”. Este novo modelo visa acesso a serviços essenciais, lazer e trabalho em um curto deslocamento, promovendo sustentabilidade e qualidade de vida urbana.
Principais Tópicos Acesso a serviços, lazer e trabalho em até 15 minutos. Prioridade para deslocamentos a pé e de bicicleta. Integração de áreas verdes e parques no ambiente urbano. Redução de distâncias e desigualdades sociais. Aplicação de tecnologia para solucionar desafios urbanos.
Acesso a serviços, lazer e trabalho em até 15 minutos.
Prioridade para deslocamentos a pé e de bicicleta.
Integração de áreas verdes e parques no ambiente urbano.
Redução de distâncias e desigualdades sociais.
Aplicação de tecnologia para solucionar desafios urbanos.
Este resumo foi útil? 👍 👎 Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Chega às livrarias do país o manifesto do pesquisador e ativista Carlos Moreno que propõe a metamorfose da cidade-mundo para a cidade de 15 minutos .
Francês nascido na Colômbia, Moreno é uma das vozes mais reconhecidas hoje pelo trabalho de repaginar municípios em prol da sustentabilidade e da saúde das pessoas e do planeta.
Em Direito à Cidade (Clique aqui para comprar) , ele defende por que é necessário desconstruir territórios marcados pelo distanciamento e pela desigualdade social , governados pela cultura automotiva e industrial, e expõe como erigir um espaço em que o acesso a cuidados, lazer e trabalho possa ser viabilizado em até 15 minutos, entre áreas verdes e bolsões de florescimento humano.
Dois modelos
O paradigma que precisa mudar, segundo o autor
A cidade-mundo
Preconiza o automóvel em uso individual — poluição e trânsito .
O concreto propicia ilhas de calor, e sobram toxinas no ar.
Há o centro e a periferia, e é preciso viajar entre eles.
Ela alimenta a falta de oportunidades e a insegurança .
A cidade de 15 minutos
Do trabalho ao lazer, distâncias são encurtadas.
Presença de árvores e instalação de parques preenchem o espaço.
Pedalar e andar a pé é prioridade — bom para o corpo e a cidade.
Ela é usada para mapear desafios e propor soluções.
Ficha técnica
Título: Direito à Cidade: Da “Cidade-Mundo” à “Cidade dos 15 Minutos” Autor: Carlos Moreno Tradução: Rosemary C. Abílio Editora: WMF Martins Fontes Páginas: 144
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