SUS vai trocar insulina ‘tradicional’ por versão de uso único ao dia: saiba quem tem direito

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Insulina glargina tem duração mais longa e reduz oscilações da glicose ao longo do dia e episódios de hipoglicemia

Introdução O Ministério da Saúde amplia o acesso à insulina glargina no SUS, substituindo gradualmente a NPH. Saiba quem são os primeiros beneficiados: crianças, adolescentes com diabetes tipo 1 e idosos acima de 70 anos. Entenda as orientações para a transição e os benefícios da glargina, como sua ação prolongada e menor risco de hipoglicemia.

Principais Tópicos Acesso à insulina glargina é ampliado no SUS. Substituição gradual da insulina NPH, visando desabastecimento. Público-alvo inicial inclui crianças, adolescentes (tipo 1) e idosos (tipo 1 e 2). Orientações detalhadas para a transição de doses da NPH para glargina. Glargina oferece ação prolongada, menor risco de hipoglicemia e aplicação simplificada.

Acesso à insulina glargina é ampliado no SUS.

Substituição gradual da insulina NPH, visando desabastecimento.

Público-alvo inicial inclui crianças, adolescentes (tipo 1) e idosos (tipo 1 e 2).

Orientações detalhadas para a transição de doses da NPH para glargina.

Glargina oferece ação prolongada, menor risco de hipoglicemia e aplicação simplificada.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Durante o Congresso Nacional do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), nesta segunda-feira, 13, o Ministério da Saúde deu novas informações sobre a ampliação do acesso à insulina glargina (de longa duração) através do SUS.

O objetivo da pasta é realizar uma substituição gradual da insulina mais utilizada hoje, a NPH , que representa 90% do que é distribuído pelo SUS. O uso da glargina busca contornar um desabastecimento global da NPH e deve ter seu público-alvo ampliado com o tempo.

+Leia também: Por que a nova insulina disponível no SUS é considerada um avanço

Quem pode receber a “nova” insulina pelo SUS

Neste primeiro momento, a insulina glargina será disponibilizada para os seguintes grupos:

Crianças e adolescentes de 2 a 17 anos , que tenham diabetes tipo 1 ;

Idosos com 70 anos ou mai s que tenham diabetes tipo 1 ou 2.

Novos públicos-alvo devem ser anunciados conforme os grupos originais forem tendo o acesso garantido à glargina.

Pacientes que já utilizam a NPH uma vez ao dia podem fazer a conversão mantendo a equivalência de doses.

Quem usa a NPH duas ou mais vezes ao dia deve reduzir em 20% a dose total diária da insulina que usava antes, aplicando a glargina uma vez ao dia, de preferência no horário em que, antes, recebia a maior dose de NPH.

A partir da mudança, os ajustes de doses devem ser feitos de forma individualizada, mediante avaliação médica, considerando critérios como a glicemia em jejum.

A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) disponibilizou um material informativo e uma calculadora que ajudam a fazer a transição, em seu site oficial .

+Leia também: Diabetes tem cura? Perda de peso e novos remédios prometem virar o jogo

O que é a insulina glargina

A insulina glargina é uma versão com tempo de ação mais longo do que a NPH, o tipo de insulina mais utilizado no SUS atualmente.

Com uma cobertura de até 24 horas , ela reduz o risco de episódios de hipoglicemia , além de frear as oscilações nos níveis de glicose ao longo do dia.

Ainda que alguns pacientes já façam uso da NPH apenas uma vez por dia, com a glargina é viável a aplicação única mesmo para aquelas pessoas que hoje precisam de duas ou três doses diárias de NPH.

A glargina também tem um processo de aplicação mais fácil , não exigindo qualquer tipo de preparação prévia, ao contrário da NPH, que precisa ser agitada antes de usar.

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