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Levantamento de VEJA SAÚDE quer mapear a percepção da população sobre as terapias disponíveis para perder peso e as tendências que devem chegar
Introdução Com a chegada de novas versões orais de GLP-1 para obesidade, VEJA SAÚDE lança uma pesquisa para mapear a percepção dos brasileiros sobre o tema e seus tratamentos. Sua participação é essencial para entender as preferências, motivações e o conhecimento nacional, impulsionando o acesso a opções inovadoras.
Principais Tópicos Novas versões orais de GLP-1 estão sob avaliação para o tratamento da obesidade, prometendo alterar o cenário atual. Desde 2016, agonistas de GLP-1 injetáveis têm sido aprovados para obesidade, inicialmente indicados para diabetes tipo 2. VEJA SAÚDE está conduzindo uma pesquisa para compreender a percepção dos brasileiros sobre a obesidade e os métodos terapêuticos. A pesquisa busca entender a relevância de fatores como a forma de administração (oral vs. injetável), preço e motivações para o uso de medicamentos. A participação no levantamento contribui para otimizar o aproveitamento das terapias disponíveis e potencializar o acesso a elas.
Novas versões orais de GLP-1 estão sob avaliação para o tratamento da obesidade, prometendo alterar o cenário atual.
Desde 2016, agonistas de GLP-1 injetáveis têm sido aprovados para obesidade, inicialmente indicados para diabetes tipo 2.
VEJA SAÚDE está conduzindo uma pesquisa para compreender a percepção dos brasileiros sobre a obesidade e os métodos terapêuticos.
A pesquisa busca entender a relevância de fatores como a forma de administração (oral vs. injetável), preço e motivações para o uso de medicamentos.
A participação no levantamento contribui para otimizar o aproveitamento das terapias disponíveis e potencializar o acesso a elas.
Este resumo foi útil? 👍 👎 Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Em 2016, a aprovação no Brasil dos primeiros agonistas de GLP-1 especificamente para o controle da obesidade — as canetas emagrecedoras — mudou o cenário dessa doença, com reduções de peso significativas e efeitos colaterais manejáveis.
Uma década depois, o panorama pode novamente ser alterado. Agora, com versões orais desses fármacos, que começam a ser avaliadas por agências regulatórias mundo afora.
Diante desse momento promissor no tratamento da obesidade, VEJA SAÚDE está conduzindo uma pesquisa para compreender como os brasileiros enxergam a obesidade e os tratamentos para manejá-la.
E você pode participar! Basta clicar aqui e responder as perguntas. Revelar a percepção nacional sobre o assunto contribui para o melhor aproveitamento das opções terapêuticas disponíveis e pode ampliar o acesso.
Sim, muita gente prefere engolir um medicamento do que injetá-lo , em qualquer questão de saúde. Mas e se a injeção for semanal e a pílula, diária?
Quão relevante é o preço nessa escolha? O que, por exemplo, é mais importante: um comprimido que emagreceria mais, ou outro que dispensaria o jejum para tomá-lo?
A nova pesquisa de VEJA SAÚDE também pretende entender se o uso de medicamentos para perda de peso está disseminado, e quais as reais motivações para recorrer a eles. Estamos utilizando os agonistas de GLP-1 com indicação adequada, ou apenas para fins estéticos?
A ideia é diagnosticar quão satisfeitos os brasileiros estão com o tratamento da obesidade e qual o grau de conhecimento a respeito do assunto.
Do diabetes para a obesidade
A bem da verdade, o primeiro agonista de GLP-1 injetável está aprovado no Brasil desde 2010 . No entanto, sua indicação formal se restringia ao diabetes tipo 2.
Acontece que estudos posteriores comprovaram que essas opções também ajudam a perder peso — daí veio aquela aprovação em 2016 focada na obesidade, com certos ajustes na dosagem.
Caminho similar vem sendo percorrido pelos comprimidos. Desde 2020, existe uma opção oral dessa classe terapêutica. Só que, de novo, com indicação em bula para o diabetes.
Agora, pesquisas clínicas específicas têm indicado que os mesmos princípios ativos seguem eficazes e seguros contra a obesidade na versão oral. No momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e órgãos regulatórios de outros países estão avaliando esses estudos.
Acesse o link e responda às questões do levantamento de VEJA SAÚDE. É rápido, simples e pode ajudar a melhorar o enfrentamento da obesidade!
Ou clique no banner abaixo:
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