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Dia nacional de alerta contra a doença é lembrado nesta quinta-feira
Introdução A insuficiência cardíaca atinge 1,7 milhão de brasileiros, com sintomas como dificuldade respiratória e fadiga, frequentemente confundidos com sedentarismo ou envelhecimento. A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta para a importância do diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação física. A doença, se não tratada, tem alta mortalidade.
Principais Tópicos Atinge 1,7 milhão de brasileiros, com sintomas frequentemente confundidos com sedentarismo ou envelhecimento. Sintomas, como dificuldade respiratória ao esforço, podem indicar problemas cardíacos. A doença se desenvolve a partir de outras condições como infarto, diabetes e hipertensão. O diagnóstico é feito por exame clínico e confirmado por exames como raio-x e ecocardiograma. Tratamento inclui medicamentos (disponíveis no SUS) e reabilitação física para controle e redução da mortalidade.
Atinge 1,7 milhão de brasileiros, com sintomas frequentemente confundidos com sedentarismo ou envelhecimento.
Sintomas, como dificuldade respiratória ao esforço, podem indicar problemas cardíacos.
A doença se desenvolve a partir de outras condições como infarto, diabetes e hipertensão.
O diagnóstico é feito por exame clínico e confirmado por exames como raio-x e ecocardiograma.
Tratamento inclui medicamentos (disponíveis no SUS) e reabilitação física para controle e redução da mortalidade.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Perder o fôlego ao subir uma escada pode não ser apenas falta de condicionamento físico . Nesta quinta-feira, 9, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) chama atenção para o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca, doença que já afeta cerca de 1,7 milhão de brasileiros.
Os principais sintomas são comuns: dificuldade respiratória durante esforço, fadiga muscular e retenção de líquidos. Por isso, podem ser confundidos com os efeitos do sedentarismo ou do envelhecimento .
Mas de acordo com o cardiologista Marcus Simões, membro da SBC, é importantíssimo consultar um especialista.
“Durante o esforço físico, o coração é mais requisitado. Quando você força a musculatura, ela tem que receber mais sangue, e aí o coração tem que bombear mais sangue. Então, é na hora do esforço que o coração usualmente demonstra que não está bem”.
+Leia também: Coração fraco: insuficiência cardíaca lidera internações de pessoas idosas
A condição é mais frequente em idosos e mulheres. Simões, que coordena a diretriz brasileira de insuficiência cardíaca da entidade, acrescenta que a condição se desenvolve a partir de alguma outra doença cardíaca , como sequela de um infarto, por exemplo.
“Também pode se manifestar quando uma válvula do coração está doente , ou por doenças crônico-degenerativas, como diabetes e a hipertensão , que vão lesando lentamente o músculo do coração. Temos também algumas doenças regionais, como a doença de Chagas “, complementa o médico.
Em decorrência, “o coração não consegue fazer o trabalho adequado de receber o sangue e bombeá-lo, para levar o sangue para diferentes tecidos do corpo”. Neste momento é que começam os sintomas, explica o médico.
Portanto, a insuficiência pode ser a primeira manifestação de diversas doenças graves. “O paciente pode ter múltiplas internações hospitalares, porque ele descompensa e tem um risco de mortalidade de 30% a 50% ao longo de 5 anos”, alerta Marcus Simões.
O diagnóstico é feito principalmente a partir do exame clínico do médico, confirmado por exames simples. “Para obter uma diferenciação e fechar o diagnóstico, a gente pode lançar mão do raio-x de tórax , ecocardiograma, ultrasson do coração e exames de sangue, com biomarcadores.”
Além disso, a insuficiência cardíaca pode ser controlada com remédios.Os principais medicamentos são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde . No entanto, quando os pacientes não seguem o tratamento, podem desenvolver um quadro agudo, que geralmente exige internação.
De acordo com a SBC, cerca de 1/4 dos casos de descompensação ocorrem pela interrupção do tratamento . A piora do quadro também pode ser causada por infecções, arritmias, hipertensão, infarto e miocardite.
Outra medida essencial para o controle da doença é a reabilitação física : “Tanto o coração quanto a musculatura esquelética precisam de atividade física. A ideia é aliviar os sintomas, tratar a insuficiência cardíaca, tratar a doença de base que levou à insuficiência, para permitir que o paciente faça exercícios graduados e progressivos, para reassumir sua qualidade de vida.”
Essas orientações devem constar na nova diretriz brasileira para o tratamento da insuficiência cardíaca, que será lançada em outubro.
O documento vai reunir as evidências científicas mais atuais para orientar a prática clínica dos médicos do país e será apresentado durante o 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, no Rio de Janeiro.
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