Tipos de café: entenda a diferença entre Especial, Gourmet, Tradicional e Extraforte — e se interfere na saúde

Tipos de café: entenda a diferença entre Especial, Gourmet, Tradicional e Extraforte — e se interfere na saúde

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As classificações revelam diferenças na seleção dos grãos, na torra, no sabor e até na preservação de compostos benéficos ao organismo

Introdução Descubra as diferenças entre café Extraforte, Tradicional, Superior, Gourmet e Especial. Entenda como a qualidade dos grãos, a torra e o processo de produção influenciam o sabor e os benefícios à saúde, desde os compostos antioxidantes até a prevenção de doenças. Faça escolhas mais conscientes para sua xícara diária.

Principais Tópicos Café Extraforte: Torra intensa para mascarar defeitos e menor qualidade de grãos. Café Tradicional: Mais consumido, blend de grãos e preço acessível. Café Superior: Seleção rigorosa de grãos para sabor e aroma equilibrados. Café Gourmet: Alta qualidade, torra média e pontuação de 75 a 80 SCA. Café Especial: Grãos perfeitos, mínimo de 80 pontos SCA, mais saudável e rico em antioxidantes.

Café Extraforte: Torra intensa para mascarar defeitos e menor qualidade de grãos.

Café Tradicional: Mais consumido, blend de grãos e preço acessível.

Café Superior: Seleção rigorosa de grãos para sabor e aroma equilibrados.

Café Gourmet: Alta qualidade, torra média e pontuação de 75 a 80 SCA.

Café Especial: Grãos perfeitos, mínimo de 80 pontos SCA, mais saudável e rico em antioxidantes.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Todo brasileiro gosta de um bom café . De manhã, à tarde ou até mesmo à noite (o que não é recomendado por médicos do sono), essa bebida clássica só não é mais consumida no Brasil que água !

Mas o que muita gente não sabe é que nem todo café é igual . Os rótulos “Especial”, “Gourmet”, “Tradicional” e “Extraforte” revelam diferenças importantes nos estilos de café, e isso inclui qualidade dos grãos, forma de produção, sabor e a quantidade de compostos benéficos à saúde.

Entender o que significa cada classificação pode ajudar a fazer escolhas mais conscientes na hora de comprar o pó que vai parar na sua xícara.

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Pó bem escuro e fino, resultado de uma torra moderadamente escura, que deixa a bebida mais amarga e com sabor marcante. Não há percepção de acidez ou doçura nesse tipo de café.

Geralmente é a categoria mais barata porque pode utilizar grãos de menor qualidade ou com defeitos, cuja torra intensa ajuda a mascarar imperfeições. Geralmente é vendido em pó e é o que traz menos benefícios a saúde.

Se você gosta de um café forte mas quer fugir de uma qualidade ruim, uma boa dica é comprar produtos com o selo da Associação Brasileira da Indústria de Café ( ABIC ), que garante que o café não contém misturas ou fraudes e atende aos padrões estabelecidos de pureza e qualidade.

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É o tipo mais consumido no Brasil. Pode ser feito com grãos do tipo arábica, canéfora (robusta) ou um blend das duas espécies.

Apresenta amargor moderado a alto, baixa a moderada acidez e doçura discreta. O sabor varia muito conforme a marca, mas a torra do grão costuma ser mais pronunciados.

Também é quase sempre vendido em pó e o preço é mais acessível porque a seleção dos grãos é menos rigorosa do que nas categorias superiores.

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Representa um salto de qualidade em relação ao Tradicional. Aqui, os grãos passam por uma seleção mais rigorosa, garantindo uma bebida mais equilibrada, com amargor moderado, leve acidez e aroma mais agradável.

Qualidade e preço mais elevados. E já pode ser vendido em grãos para moagem imediatamente antes do consumo.

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Produzido com grãos de alta qualidade. A torra costuma ser média para preservar melhor as características naturais do café, resultando em baixo amargor, acidez equilibrada e doçura moderada a alta.

Com base na metodologia internacional de avaliação sensorial da SCA (Specialty Coffee Association), que avalia cafés de primeira linhas, os produtos gourmet variam de 75 a 80 pontos na escala de avaliação de qualidade.

O preço, tanto do pó como da versão em grãso, costuma ser mais elevado.

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Café feito com grãos perfeitos, sem defeitos e impurezas, oferecendo uma grande gama de sabores e sentidos ao ingerir a bebida.

Para ser classificado como “especial”, obrigatoriamente o café precisa receber pelo menos 80 pontos na avaliação da SCA  — sendo que o máximo é 100.

Como a torra costuma ser mais cuidadosa, o café especial preserva melhor as características naturais do grão e seus compostos bioativos, sendo a categoria mais saudável.

Nos bons grãos de café, há cafeína, açúcar, minerais, vitaminas e diversos óleos essenciais, que contêm compostos fenólicos. Essas substâncias possuem grande capacidade antioxidante , o que resulta em uma série de benesses a nossas células e à saúde.

“ Estudos mostram efeitos na proteção contra o câncer, o diabetes, a pressão alta e doenças do fígado , mas isso consumindo café de boa qualidade e na medida certa”, afirma a cientista de alimentos Elizabeth Torres, professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

Por sua qualidade diferenciada, costuma ser bem mais caro.

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